sábado, 24 de setembro de 2016

Santo André ganha uma nova rádio

Por Carlos A.B. Balladas

Amanhã, 25 de setembro, Dia do Rádio no Brasil, os cidadãos de Santo André terão a oportunidade de ouvir um novo veiculo de comunicação da cidade: a Rádio Zummm 87,5 FM.

A emissora é uma concessão do governo federal na categoria de rádio comunitária. Neste segmento, uma rádio não pode transmitir publicidade comercial paga, apenas apoios culturais. Ela deve ser mantida por doações e por trabalho voluntário.

A direção da Rádio Zummm prometem em breve transmitir a programação também pela internet e por meio de um aplicativo para celulares.

A emissora entra no ar oficialmente neste domingo, às 10h, quando será transmitido o Hino Nacional.

Para ouvir a Rádio Zummm deve-se sintonizar o aparelho receptor na frequência 87,5 Mhz, bem na ponta esquerda do dial.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Marcelo Chehade busca reeleição em Santo André

Por Vivian Silva 

O candidato Marcelo Chehade, conhecido como Dr. Marcelo, 48 anos, busca se reeleger como vereador em Santo André pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). O postulante – que já esteve por dois mandatos na Câmara Municipal – sonha em ser prefeito de Santo André, mas neste pleito optou por apoiar o candidato Paulinho Serra. Em entrevista exclusiva ao Ponto Final, ele fala sobre a área da Saúde e como pretende conduzir um possível novo mandato. 

Dr. Marcelo foi vereador por dois mandatos | Foto: Divulgação 
Ponto Final (PF):  O senhor já foi vereador em Santo André por dois mandatos (2000 e 2004). Por qual motivo deseja ser reeleito?
Marcelo Chehade (MC): Desejo ser reeleito, pois nosso trabalho foi interrompido na última eleição, nosso trabalho estava fluindo bem, e agora estamos com ideias novas na área da Saúde e em várias outras áreas, como esporte para crianças, através da inclusão social, esportes como atletismo e boxe. Quero ver o Hospital da Vila Luzita terminado e funcionando e, principalmente, fazer uma intermediação entre a Prefeitura e a Faculdade de Medicina do ABC, para resolver um dos grandes problemas que Santo André tem que é a falta de especialidade, para que os residentes comecem a trabalhar em Santo André. Quero voltar a ser vereador para trazer de volta também alguns projetos que tínhamos no passado.
PF: Como médico, qual análise o senhor faz da Saúde no município?
MC: Precisa de uma gestão um pouco mais humanizada e qualificada, perdemos verbas estaduais e federais por falta de projeto, ou por pessoas não capacitadas no envio de gastos e medicamentos. (Precisamos) de informatização completa para que não faltem medicamentos, atendimento padronizado, além de buscar parcerias com a Faculdade de Medicina e recursos do governo estadual e federal, para equipamentos e convênios para melhorar a área da Saúde que está caótica em Santo André.

Estamos com falta de especialistas, por este motivo que gostaria de propor um projeto envolvendo a Faculdade de Medicina e os residentes, para que permaneçam na cidade de Santo André, após se formarem.
PF: Qual a principal bandeira da sua campanha?
MC: A recondução de Santo André a uma cidade que tenha emprego e renda maior. Hoje em dia, eu luto por Santo André que é uma cidade que empobreceu nos últimos anos, uma cidade que, infelizmente, está perdendo renda  e está perdendo emprego, nossa maior luta é o restabelecimento e a recuperação do emprego em Santo André, junto com Paulinho Serra queremos diminuir impostos para que as empresas possam abrir aqui e gerar emprego.

PF: Se eleito, em quais áreas o senhor pretende promover ações e debates que possam gerar políticas públicas no município?
MC: A Saúde que é minha área de atuação, mas tenho projetos nas áreas de Desenvolvimento Econômico, Finanças e Esporte que é um fator de inclusão social, outra área que é muito importante também é da Cultura. Esporte e cultura têm que vir como uma bandeira, tivemos os jogos olímpicos agora e devemos seguir esse exemplo de outros para países, como Estados Unidos e Inglaterra, que investem muito na educação de jovens para livrá-los do convívio com drogas e crime, e proporcionar saúde, pois acabam vivendo mais, com mais qualidade de vida, então o esporte e a cultura devem estar inseridos na vida das pessoas como uma questão de saúde também, o esporte na parte física e a cultura na parte mental. 

PF: Considerações finais.
MC: Graças a Deus construí um bom nome como médico na cidade, sou reconhecido, os consultórios sempre cheios. Um dia, gostaria de ser prefeito de Santo André, mas nesse momento acredito que o Paulinho Serra está mais bem preparado e tem mais tempo do que eu para desenvolver esse trabalho que Santo André precisa. Eu amo muito a medicina e ainda vou conciliar a medicina com a política, isso acontece dentro do meu próprio consultório, quando acaba uma consulta médica, batendo um papo com as pacientes, pois acaba sendo também um laboratório de informações sobre os problemas que cada bairro tem. A medicina, além de ter sido a porta de entrada na política, porque eu batalhei por um Hospital da Mulher aqui, hoje em dia, ainda continua um canal para várias situações, desde uma poda de árvore, como um buraco na rua ou a falta de medicamento nos postos de saúde, pois é o que mais escuto por ser da área da Saúde.

Obs.: Espaço aberto a todos os candidatos aos cargos eletivos de 2016. Interessados em apresentar suas ideias e propostas aos leitores do Ponto Final escrevam para redacao@pfinal.com.br. 

Projeto Jeda promove a 4ª edição do Jantar Italianíssimo

Por Vitor Lima e Vivian Silva

O Clube Primeiro de Maio, em Santo André, sedia na próxima sexta-feira (30), às 20h30, o 4° Jantar Italianíssimo, promovido pelo Projeto Juventude Esperança do Amanhã (Jeda). A noite italiana visa angariar fundos para os serviços promovidos pela instituição.
 
Arte: Divulgação
A entidade atende cerca de 450 crianças e adolescentes de Santo André, entre 6 e 17 anos. Por meio de atividades socioeducativas como, por exemplo, oficinas de teatro, música e informática, realizadas fora do horário regular de aula, o Projeto Jeda oferece recursos para o fortalecimento da educação integral e o desenvolvimento pleno do indivíduo.

História

Motivados pelo amor ao próximo, um grupo de pessoas – liderado pela religiosa Irmã Indiana Marques Carraro (1939 – 2009) – fundou a Associação Civil Projeto Juventude Esperança do Amanhã (Jeda), em 1984, com o objetivo de dar suporte às crianças e adolescentes de Santo André, que se encontravam, até mesmo, nas ruas ou em outras situações de risco. Desde então, a instituição filantrópica sem fins lucrativos segue na defesa das crianças e adolescentes.

O Clube Primeiro de Maio fica na Avenida Portugal, 79, Centro. Para adquirir o convide do jantar e obter mais informações ligue 4994-8884. 


“Quando pararem de roubar vai sobrar dinheiro para administrar”, afirma Dennis Ferrão

Por Vivian Silva 

Com anos de experiência no Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (GARRA) e na Polícia Federal, Dennis Ferrão, 45 anos, é o candidato a vice-prefeito de Santo André pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). 

Na chapa do candidato a prefeito, Rafael Daniel (PMDB), Ferrão ressalta que o combate à corrupção é uma das bandeiras da campanha, além de ressaltar que a equipe deste projeto de governo é formada por gestores e administradores, pessoas que não estão inseridas no ambiente político e, consequentemente, imunes a qualquer vício político. Confira a seguir a entrevista exclusiva com o candidato. 

Dennis Ferrão tem anos de experiência na Polícia Federal e na Garra | Foto: Divulgação 
Ponto Final (PF): O que ou quem te motivou a sair como candidato a vice-prefeito em Santo André? Dennis Ferrão (DF): Eu sempre trabalhei na segurança pública daqui, nunca tive interesse e nem intenção de ser político, mas aconteceu de uma forma natural. Em 2010, eu perdi a minha esposa (primeiro casamento), ela estava doente, então, meu filho com 12 anos e minha filha com seis, foi um momento muito difícil. Eu sempre trabalhei em operações e viajei muito. Eu precisei me refazer, eu precisava estar perto da minha família, então, a minha motivação pessoal era estar perto dos meus filhos e na Polícia Federal eu não conseguia ter essa tranquilidade e essa proximidade, foi quando aceitei, pela primeira vez, o convite para sair candidato. 

PF: Nesta época, quem te fez o convite?
DF: Inicialmente foi o PRB (Partido Republicano Brasileiro), quando eu iniciei este trabalho. Depois eu fui a convite do delegado Protógenes para o PCdoB (Partido Comunista do Brasil), em 2012, e já naquela ocasião eu passei a questionar toda esta dificuldade de ter que andar a cidade toda, de conseguir fazer uma publicidade em massa, a não participação pública, porque enquanto a pessoa sabe que eu sou policial federal, um cidadão, tudo é lindo, quando eu vou entregar um cartão para que a pessoa saiba que eu tenho um número como candidato, eles batem a porta na sua cara, isso é natural, porque eu também faço isso. Então, hoje o nosso trabalho é muito mais difícil, porque nós ainda temos que informar o que é o quociente eleitoral, só que veja bem esta movimentação pública que aconteceu no Brasil todo, para mim, não é por acaso, eu acredito que as coisas não aconteçam por acaso, as portas estão se abrindo no sentido de haver uma mudança real no Brasil. Hoje eu não estou neste projeto por vaidade, eu não precisaria disso, até porque é muito mais moral ser policial federal do que político, mas eu vejo que é o certo, enquanto, nós cidadão de bem, pessoas realmente do público não se movimentar e não continuar caminhando em direção a mudança, nada vai ocorrer. Se me têm como liderança, eu tenho que continuar caminhando, mesmo cansado, e lutando contra um sistema que é muito difícil da gente derrubar, mas as mudanças que já teve daquele período para cá, favoreceu muito nosso projeto que é: a proibição do financiamento privado de campanha, que já fechou as portas do fundo. Dificilmente um empresário vai investir numa campanha, porque não sabe se vai conseguir entrar naquela fraudezinha de licitação; a delação premiada que já está ocorrendo no Congresso e estão se mobilizando para tentar de alguma forma segurar esse avanço também favoreceu muito para os esclarecimentos e para a notoriedade dos bastidores corruptos da política, então, hoje, infelizmente, quem está aí esperando dar continuidade neste processo de troca de favores e maletas dos bastidores pode ter certeza que se não ‘rodar’, se não tiver as consequências no decorrer do mandato dele, vai ter depois. 

PF: A princípio, o senhor sairia como candidato a prefeito. Por que houve esta mudança?
DF: A princípio eu estaria como candidato a prefeito, quanto mais prefeitos a gente lança numa candidatura, a gente mais pulveriza os votos, aí o que acontece esses que são os mesmos, que já tem um histórico político e que tem muito dinheiro embaixo do colchão, para conseguir ter visibilidade e (fazer) publicidade para que todo mundo saiba que ele está como candidato, ele acaba saindo na frente. Então, a gente precisaria reduzir, ninguém veio conversar comigo, porque ninguém quer um policial federal na Prefeitura e o único que, realmente, teve este interesse, teve esta ligação de objetivos foi o Rafael Daniel, pelo histórico da família, ele nunca teve cargo eletivo, ao mesmo tempo ele tem esse histórico de gestões administrativas muito bem avaliadas. E também tem essa injustiça (assassinato do ex-prefeito Celso Daniel) que a família dele viveu, ele vê no nosso projeto toda a integração para um amparo, onde a gente conseguiu se unir.  

PF: O senhor acredita que a sua presença dentro da Prefeitura irá coibir, por ventura, possíveis irregularidades?
DF: Eu não vou dizer que eu tenho certeza, mas eu vou te contar um fato muito certo, para que as pessoas possam avaliar. Em 2012, nas eleições municipais eu tinha como referência política o delegado Protógenes, porque era a única bandeira declarada contra corrupção, que eu conhecia no ambiente político, através dele, por ele estar num partido de esquerda, o atual prefeito, o senhor Carlos Grana, solicitou o meu atual projeto de segurança pública. Na época, o PT estava bem avaliado, eu até acreditei que, de fato, as intenções eram idôneas, fiz o projeto de segurança, que é esse que eu estou reformatando agora para a próxima gestão, ele ganhou muito votos com isso, trabalhei para que ele tivesse os votos onde a gente tem trânsito, porque eu acreditei também que faria um trabalho sério. Mas ele virou prefeito e engavetou o meu projeto. Hoje, está mais do que claro, porque eles não querem um policial federal na Prefeitura, isso é óbvio, tanto que nenhum dos outros candidatos me procurou para conversar, só o Rafael Daniel. Aí eu tive a certeza que, de fato, ele tem a intenção de fazer uma administração idônea. 

PF: Como a sua formação acadêmica e experiência na Garra/Polícia Federal auxiliaram na elaboração do plano de governo proposto pelo candidato Rafael Daniel? 
DF: Você não tem como traçar uma condição efetiva de combate à criminalidade, se você não a conhecer de perto. No plano de governo, justamente, essa questão da segurança pública é o que nós vamos direcionar em diversos aspectos, tanto diretamente com o trabalho com a guarda municipal, que eu chamo de polícia metropolitana, eu acho que tem que ter sim uma postura mais efetiva para atendimento da sociedade, a parte de câmeras, visibilidade de mobilidade urbana, visibilidade que eu digo é iluminação pública, dentre outras questões. Então, o plano de segurança pública envolve diversos aspectos, inclusive, a participação da iniciativa privada, que tem todo interesse em incentivar e colaborar com as ações de segurança. Embora me relacione diretamente com o trabalho de segurança pública, a minha especialidade, de fato, é o planejamento, desde que eu estou na Polícia Federal eu trabalho no setor de Planejamento Operacional, no qual eu desenvolvi um grupo de operações especiais para a gente trabalhar a atividade fim de prisão, as operações de maior risco e sempre com planejamento eficiente. Então, em tudo isso a gente conseguiu colaborar para um plano de governo que venha atender, de fato, sem o ‘blá blá blá’ político que a gente costuma ouvir por aí sobre as necessidades sociais e locais. 

PF: Em sua opinião, quais são as principais demandas em Santo André?
DF: Estatisticamente, já é declarado segurança pública como demanda número um, na verdade, pela primeira vez no Brasil, as pesquisas demostraram que a grande preocupação pública é a corrupção. Agora, nós temos aqui a primeira demanda segurança pública. Em alguns bairros, principalmente, no ‘fundão’ de Santo André a primeira demanda é Saúde pública, infelizmente, Educação fica um pouquinho mais para trás, mas nós como gestores sabemos que a Educação deveria ser colocada acima de todas essas, né, porque com a educação a gente tem menos gastos com segurança pública e, ao mesmo tempo, pessoas mais esclarecidas para lidar com as questões de saúde, então, é um tripé mínimo para uma sociedade estruturada, agora, efetivamente é isso: segurança pública e saúde. 

PF: Num possível mandato, como será a sua atuação? Assumirá alguma secretaria? Qual?
DF: O que a gente visualizou e procura trazer de forma mais eficiente é eu não estar apenas como vice, mas como secretário de Segurança Pública, porque é muito fácil você mandar, colocar um ‘testa de ferro’ e a gente até entende que é uma forma de se proteger politicamente, então, o prefeito, ou o vice-prefeito coloca uma pessoa lá para tomar as decisões difíceis  e, se algo der errado, não foi ele, foi o secretário. A gente acredita nas nossas ações e eu assumo as consequências daquilo que a gente pretende fazer, porque a gente tem a experiência necessária para isso, acho que falar ‘vai’ é muito simples e muito fácil, agora falar ‘vamos’ traz uma nova concepção de trabalho e é isso que está faltando para a nossa segurança local. 

PF: Os senhores pretendem fazer um replanejamento na Prefeitura. Já definiram se cortarão alguma secretaria ou cargos comissionados?
DF: Eu creio que sim. A gente tem que ter alguns cargos de confiança, porque algumas pessoas são extremamente capacitadas para cuidar de pastas que merecem toda a atenção técnica necessária para a gente dar efetividade. Por mim praticamente todos os cargos seriam extintos, com exceção de secretários e diretores. Não que tenha que mandar todo mundo embora, então vamos lá, vamos fazer uma prova de capacitação, em termos de competência, o trabalho de todos deve ser avaliado, não só dos funcionários, com também dos gestores. Nós vamos reduzir as secretarias, isso já é proposta que o Rafael tem divulgado há certo tempo, os cargos comissionados ele fala em, no mínimo, 40% (do número atual).

PF: Há um déficit orçamentário na Prefeitura. Como vocês pretendem implantar mudanças na administração?
DF: Ele (Rafael Daniel) conta que o PMDB ofertou acesso ao presidente, a gente conversa muito com relação a isso. Para mim ‘blá blá blá’ político não resolve, quando a gente vai fazer uma apresentação a gente vê todos os candidatos falarem em plano de governo, os problemas aqui são esses, a gente vai fazer isso... Todo mundo sabe os problemas que nós temos, soluções existem várias, agora implantá-las é que depende de pessoas competentes e com esses conchavos políticos que eles fazem não são todas as pessoas que vão fazer parte da gestão que são competentes para isso. Já começa que quando pararem de roubar vai sobrar dinheiro para administrar, essa que é a verdade. Como é que você pode justificar R$ 198 mil o quilômetro quadrado de uma ciclovia, é só pegar o preço da lata, é inaceitável, é um tapa na cara do eleitor. Então, é lamentável a realidade que a gente vive, é contra isso que a gente luta e assim a duras penas, porque nós estamos na contramão da política tradicional. É, por isso, que eu acredito no projeto que o Rafael trouxe, ele tem essa expectativa, ele veio de um berço político, então, é juntando esse legado que ele tem, com a nossa capacidade de gestão e planejamento, que eu não tenho sombra de dúvida que vai sobrar recursos da própria cidade para que a gente consiga atender do básico para melhor. O que vier a mais será bom, a gente está se comprometendo a fazer com que as coisas funcionem, se a gente conseguir os recursos que a gente espera, que há de conseguir, tenho certeza que o público vai perceber isso num momento muito próximo e a gente vai ter o sucesso que a gente espera. Se tiver que ser, vai ser, porque é o que a gente acredita.

PF: Considerações finais.
DF: Eu sempre peço duas coisas para todo mundo, primeiro, que investigue suas lideranças, porque a pessoa já tem, às vezes, afinidade por um ou outro. Investigue, de fato, conheça os seus candidatos. Em segundo, que conhecendo os candidatos vote só nas pessoas que estão no meu projeto, porque se a pessoa não entender o que é o quociente eleitoral, a gente não consegue colocar ninguém na Câmara Municipal e sem esse apoio do Legislativo a gente não consegue governar, então, é importante também que a gente tenha os nossos vereadores incluídos neste programa de gestão. Então, são as duas coisas que eu peço: conheça os seus candidatos e depois que conhecer eu tenho certeza que a opção vai ser pelo nosso time. 

Obs.: Espaço aberto a todos os candidatos aos cargos eletivos de 2016. Interessados em apresentar suas ideias e propostas aos leitores do Ponto Final escrevam para redacao@pfinal.com.br. 






Afogamentos matam dois por dia em São Paulo

Da Redação

Em levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, divulgado hoje (23), destaca-se que, a cada dia, 2 pessoas morrem, em média, vítimas de afogamento no Estado. E 50,2% desses óbitos são de adultos entre 20 e 49 anos.

Os dados, referentes a 2015, servem como um alerta para os cuidados que banhistas devem ter no mar, piscinas, rios, lagos e cachoeiras, especialmente no verão, quando o fluxo de pessoas nessas áreas é maior.

 Foto: Reprodução
Das 17 áreas dos Departamentos Regionais de Saúde, seis apresentaram menos mortes em 2015 em relação à 2014, após atendimento médico na rede pública de saúde. Entre elas estão: Grande São Paulo, Araçatuba, Campinas, Marília, Sorocaba e Taubaté. Enquanto isso, outras dez registraram aumento nos óbitos: Baixada Santista, Barretos, Bauru, Franca, Piracicaba, Presidente Prudente, Registro, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista, São José do Rio Preto e Sorocaba.

Segundo o diretor operacional do Grau (Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências) da Secretaria, Jorge Michel Ribera, alguns fatores influenciam o aumento dos riscos de afogamento durante o verão, como as típicas temperaturas altas da estação, a larga disposição de água doce na capital e no interior, além da vasta extensão de praias no litoral.

“Contabilizando os casos que atendemos, podemos citar a embriaguez dos adultos como o principal agravante dos afogamentos. E, logo em seguida, o desrespeito aos alertas de perigo, o uso de flutuadores – como colchões infláveis – e as brincadeiras de mau gosto dentro d’água”, evidencia o médico.

Em 2015, 752 pessoas morreram por afogamento no estado de São Paulo, enquanto apenas 73 foram internadas. Dados como estes, mostram que há um alto índice de vítimas fatais nesse tipo de acidente. No ano anterior, em 2014, foram 788 óbitos e 104 internações em decorrência de afogamentos. Em dados preliminares, até agosto de 2016, há registros de que 76 pessoas foram internadas no Estado, enquanto 420 foram a óbito neste mesmo período. 


Câmara não aprova aumento salarial de vereadores

Da Redação

Em sessão realizada ontem (22), os vereadores de Santo André decidiram, de forma unânime, que não haverá aumento no salário dos legisladores que tomarão posse a partir de 1º de janeiro do próximo ano. O projeto de resolução 03/2016, de autoria da mesa diretora, mantém o salário em R$ 15.031,76. O valor será válido para a décima sétima legislatura (2017 a 2020). Na sessão da próxima terça-feira (27) está prevista a votação referente aos salários de prefeito, vice-prefeito e secretários.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Suzantur deve passar a operar em Santo André

Por Adamo Bazani no Diário do Transporte 

A Expresso Guarará, que atua no sistema tronco-alimentador de Vila Luzita e bairros adjacentes até região central de Santo André, vai deve deixar os serviços na cidade do ABC Paulista.

A confirmação é da prefeitura ao repórter Renan Fonseca, do jornal ABCD Maior.

A companhia de ônibus pertencente à família Passarelli está com problemas financeiros e deve atuar na cidade apenas até o próximo dia 8 de outubro. Outra empresa deve assumir emergencialmente as 15 linhas da Expresso Guarará.

A situação da companhia se agravou após a morte do patriarca Sebastião Passarelli, em 2014 – https://diariodotransporte.com.br/2014/10/28/abc-perde-um-dos-pioneiros-dos-transportes-da-regiao/ . Com dívidas, a companhia chegou a passar por intervenção econômica do grupo da Suzantur, que hoje opera de maneira exclusiva em Mauá, também no ABC, e São Carlos, no interior paulista de forma emergencial.

A própria empresa queria romper contrato com a prefeitura no próximo 30, mas a administração pediu que a companhia ficasse mais um tempo na cidade para conseguir fazer uma nova contratação, que ainda não foi definida.

“A Prefeitura de Santo André esclarece que solicitou a empresa Expresso Guarará um prazo maior para o término de suas atividades para que não haja prejuízo aos usuários do transporte público na cidade e, além disso, possa mediar junto ao sindicato da categoria (Sintetra) e a empresa, o cumprimento dos direitos trabalhistas dos funcionários neste momento de transição para a contratação de nova empresa em caráter emergencial”, informou em nota a Prefeitura.

                       onibus
         Ônibus da Suzantur com portas no padrão das linhas da Guarará


Nos bastidores do mercado, a informação não oficial é de que a Suzantur deva assumir as 15 linhas. Na garagem da empresa, em Mauá, já foi flagrado um veículo com portas à esquerda no padrão de operação do corredor que vai até a Vila Luzita. Em Mauá não há espaço para o ônibus com porta esquerda.

A Expresso Guarará possui 84 linhas de ônibus que realizavam mais de 45 mil viagens diariamente.