quarta-feira, 19 de julho de 2017

Pentágono apresenta novo momento no mercado educacional

Da Redação

Com 56 anos de história e tradição, com atendimento a diversos segmentos educacionais, o Pentágono apresenta o seu novo momento institucional. Antes reconhecida apenas pela tradição que envolve o Colégio, a instituição vem ganhando cada vez mais espaço por seus demais ciclos de ensino, especialmente no que se refere à Faculdade Pentágono (FAPEN).

Instituição ganha espaço no ensino superior | Foto: Divulgação

Segundo o ranking IGC-MEC, divulgado em março de 2017, a FAPEN encontra-se entre as cinco Melhores Faculdades da Região do Grande ABC. Isso se deve à qualidade de ensino, ao protagonismo dos estudantes e à experiência de atuação da instituição neste segmento, que como resultado, num período de dois anos, obteve um crescimento de 533% no número de estudantes – saltou de 150 para 800.  

“Este resultado é muito importante para nós, pois em um curto período de tempo, mesmo em meio à crise, apresentamos um crescimento significativo, fruto de um trabalho conjunto e íntegro. Nossa expectativa é que cada vez mais a instituição Pentágono ganhe destaque no universo da educação e que cada vez mais forme profissionais capacitados para fazerem a diferença no mercado” afirma Carlos Rivera, Diretor Geral da instituição. 

A fim de fortalecer este novo momento, o Pentágono desenvolveu um projeto para o reposicionamento de suas marcas - Pentágono KIDS, Colégio Pentágono e FAPEN - que consiste em estabelecer uma estratégia de comunicação mais alinhada e segmentada para o público de cada ciclo de ensino.

Espaço voltado à inovação e ao empreendedorismo | Foto: Divulgação
“O Pentágono sempre teve como desafio atingir todos os seus públicos de maneira estratégica, pois abrange todos os ciclos educacionais, do Ensino Infantil à Faculdade. Acreditamos que com o reposicionamento, alcançaremos maiores resultados e satisfação, pois transmitiremos nossa mensagem de maneira mais assertiva, entendendo as características de cada uma das etapas” afirma Conrado Buissa, Gerente de Marketing da instituição. 

Com esse objetivo, o departamento de Marketing do Pentágono criou uma nova identidade visual para a marca FAPEN, que visa trazer mais personalidade e modernidade, seguindo um dos valores da instituição, a inovação.  Além disso, foi firmada em 2016, uma produtiva parceria com a agência Pippe que, após um trabalho de segmentação nas redes sociais, criou um novo portal para a FAPEN, em um ambiente digital exclusivo, organizado, moderno, intuitivo e informativo, onde os estudantes terão acesso à conteúdos relevantes.  Acesse o novo portal: http://fapen.edu.br/.



terça-feira, 18 de julho de 2017

Orquestra do SESI abre o Festival do Chocolate de Ribeirão Pires

No próximo sábado (22), a partir das 19h, será realizada a abertura do 11º Festival do Chocolate de Ribeirão Pires. O evento contará com apresentação da Orquestra Bachiana Sesi-SP, sob regência do maestro João Carlos Martins (foto).


Com entrada gratuita, o show acontecerá na Praça Central da Vila do Doce.

O repertório terá composições clássicas de Beethoven, Bach e Mozart e também sucessos de The Beatles, Queen e de compositores brasileiros, como Adoniran Barbosa e Heitor Villa Lobos.

A apresentação será realizada por meio de parceria entre a FIESP e o SESI São Paulo, com o apoio da Prefeitura de Ribeirão Pires.

A programação do 11º Festival do Chocolate seguirá nos dias 28, 29 e 30 de julho e 4, 5 e 6 de agosto, no Complexo Ayrton Senna (Avenida Prefeito Valdírio Prisco, 193 – Jardim Itacolomy).


sábado, 15 de julho de 2017

Praça em Santo André ganha internet grátis

O programa Amigos da Praça da Prefeitura de Santo André entregou neste sábado (15) a praça Carlos Abondante, no bairro Santa Teresinha, no Segundo Subdistrito de Santo André, revigorada. Em parceria com a construtora MBigucci, o espaço ganhou roçagem, poda, pintura do mobiliário e das guias, novas plantas, lixeiras, dispenser para dejetos, placas de identificação, pista para passeio de cães e, como novidade, acesso gratuito à internet num raio de um quilometro. Para utilizar basta selecionar a rede Big Vizinhança MBigucci e se conectar. Ainda para comemorar o grupo de ações, o local recebeu um mutirão de vacinação antirrábica para cães e gatos, esculturas de bexigas e brinquedos infláveis para as crianças, oficina de reciclagem e uma horta suspensa com garrafas PET, entrega de revistas educativas, além da distribuição de mudas de árvores para os presentes.

Praça ganha também novas árvores. Foto . J Bastos/PMSA


"O governo tem esta bandeira da parceria e este aqui é mais um exemplo. É muito importante ver a alegria da comunidade com mais uma praça revitalizada, com a manutenção em dia. A meta é trazer a população para dentro da praça para que ela usufrua do que é seu por direito. Já temos um bom números de parceiros, físicos ou jurídicos no programa Amigos da Praça e outros já estão sendo analisados. A obrigação da Prefeitura é prestar melhores serviços e com a fiscalização, ajuda e apoio da população, o trabalho será ainda melhor”, comentou o vice-prefeito e secretário de Manutenção e Serviços Urbanos, Luiz Zacarias.

Milton Bigucci, presidente da construtora MBigucci se declara entusiasmado com a parceria: “A parceria nesta praça faz parte do embelezamento da cidade. Vamos cuidar deste local e pedimos a colaboração dos moradores para sempre estarem de olho, avisando a Prefeitura em caso de alguma necessidade. Agradeço ao Poder Executivo por esta ação e vamos manter esta praça viva".

Leia também: http://jornalpfinal.blogspot.com.br/2017/07/ponto-final-o-unico-jornal-do-abc-em.html


sexta-feira, 14 de julho de 2017

Santo André precisa de um deputado federal

(Editorial do Jornal Ponto Final - ed. 929 - de 13 a 19 de julho de 2017)

Por Carlos A.B. Balladas 

O sistema tributário brasileiro é perverso, antiquado e concentrado por meio de impostos e taxas arrecadadas pelo governo federal, extremamente centralizador.

Tal disfunção faz com que o presidente da República tenha muito mais poder de distribuição de verbas para todas as áreas das administrações públicas do que governadores e prefeitos.

Presenciamos no momento liberação por parte da Presidência da República de bilhões de reais a governadores, prefeitos, deputados e senadores para que o presidente não seja julgado pelos crimes que cometeu. Os congressistas brasileiros gozam de uma excrecência denominada emenda parlamentar. Por ela deputados e senadores provém seus currais eleitorais de recursos para obras, serviços e atendimento a entidades ditas filantrópicas ou assemelhadas.

Não há no horizonte político brasileiro uma mudança deste status quo que faz com que prefeitos de todos o país transitem como mendigos pelos gabinetes dos ministérios em Brasília, que, em geral, o fazem acompanhados por deputados ou senadores interessados em que o edil seja seu cabo eleitoral na próxima eleição.

Ter um congressista com bom trânsito Brasília ou disposto a encaminhar emendas parlamentares para o seu município é o sonho de todo prefeito em solo tupiniquim.

Saído de nosso torrão andreense, o último representante na Câmara Federal foi Vanderlei Siraque, suplente em verdade, no mandato iniciado em 2011, e que não conquistou os votos necessários em 2014 para ser reconduzido ao Congresso.

Os andreenses, por alguma razão ainda não entendida pelos cientistas políticos, tendem a votar em candidatos não pertences às hostes políticas da cidade.

A cidade e Paulinho Serra, o prefeito, torcem fervorosamente para que um legitimo candidato andreense seja eleito em 2018.

Uma única e promissora alternativa surgiu até o momento: o nome do vereador pelo PT Eduardo Leite. Grande parte dos líderes petistas andreenses já declararam apoio à sua candidatura. Mesmo com todo o bombardeio que o partido vem sendo atingido o que causa instantes baixas, o PT ainda tem fôlego e energia para oferecer a Leite um número considerável de votos.

Ailton Lima, atual secretário de Serra, e que deve escolher uma nova sigla, diferente daquela na qual se candidatou a prefeito (SD) e o vereador Sargento Lobo (SD) são alguns nomes que surgem como possíveis candidatos. O PSDB, partido do prefeito, bem como o PTB, partido do vice-prefeito Luiz Zacarias, ainda não cogitam nomes para concorrerem à Câmara Federal, pois não há na cidade, nestes dois partidos, nomes com estofo e massa crítica de votos para uma arrancada rumo à Brasília.

Santo André necessita, mais do que nunca, eleger um deputado federal, seja de qualquer partido.

Leia também: http://jornalpfinal.blogspot.com.br/2017/07/ponto-final-o-unico-jornal-do-abc-em.html





Atual gestão de Santo André já pagou R$ 110 milhões de dívidas

Por Vitor Lima

O prefeito de Santo André, Paulo Serra, convocou a imprensa na última segunda-feira (10) para divulgar o balanço do primeiro semestre de mandato. Durante a maior parte da conversa com os jornalistas, o prefeito enfatizou o trabalho da atual gestão para organizar as finanças da cidade. Também participaram do encontro o secretário de Gestão Financeira, José Carlos Grecco, e o secretário de Assunto Estratégicos, Leandro Petrin. 

Prefeito reuniu a imprensas em seu gabinete na última segunda-feira (10) | Foto: Ricardo Trida/PSA

De acordo com as informações divulgadas pelo tucano, a gestão anterior deixou um rombo de R$ 325 milhões. Deste montante, o Executivo conseguiu pagar aproximadamente R$ 110 milhões e negociou parcelamento de outros R$ 95 milhões – portanto, da chamada “dívida de curto prazo”, ainda resta o valor de R$ 120 milhões para ser solucionado. 

Ao tomar à frente do governo, Serra constatou que a Prefeitura estava com pagamentos atrasados para 742 fornecedores. Deste número, apenas 21 empresas ainda não negociaram com o Executivo uma solução para a situação. Além das ações para solucionar as dívidas, o prefeito ressaltou iniciativas voltadas à economia no orçamento. O corte de cargos comissionados, economia com horas extras, devolução de prédios alugados, fim do carnaval, entre outras medidas, foram destacadas.

“Aluguel é um investimento que não dá retorno. A Prefeitura possui vários espaços próprios mal aproveitados, então o que fizemos foi aproveitar melhor os imóveis subutilizados e distribuir melhor os departamentos”, explica.



Diversidade cultural será a marca do Festival de Inverno

Da Redação

O 17º Festival de Inverno de Paranapiacaba ocorrerá nos dois últimos fins de semana deste mês (22, 23, 29 e 30). O evento é uma boa oportunidade para os interessados em descobrir a história da região, que ainda é preservada em sua arquitetura. Ao todo, serão mais de 170 atrações gratuitas. 

No primeiro dia do evento (22), haverá homenagem ao cantor e compositor Belchior, que morreu em 30 de abril deste ano. A banda Freud à Deriva fará uma apresentação às 13h, no Antigo Mercado da vila, inspirado no disco Alucinação de Belchior, de 1976.

Evento ocorre nos dois últimos fins de semana de julho | Foto: Julio Bastos

O público poderá visitar também, na Casa Fox, a Mostra de Arte Naif, com curadoria de Enzo Ferrara e obras de artistas de todo o Brasil. A Rua Fox será tomada pelo ritmo do rockabilly, sub-gênero do rock surgido no início dos anos 1950. No Brasil, influenciou cantores na década de 60, como Roberto Carlos e Wanderléia.

Um dos destaques do segundo fim de semana do festival, será a apresentação de Ricardo Vignini, no sábado (29), às 18h, no palco da Rua Direita. O show marcará o lançamento do álbum “Rebento”. O músico já acompanhou artistas de renome da música brasileira, como Lenine e Pepeu Gomes. 

Além de música, o festival tem ainda programação para crianças, oficinas, teatro e feira de artesanato. A lista completa de atividades está disponível no portal do evento.  

História

A Vila de Paranapiacaba, localizada no limite entre o planalto paulista e a serra do mar, é um patrimônio arquitetônico originário da ocupação inglesa na região da serra para a construção da estrada de ferro Santos-Jundiaí, no fim do século 19.

Inicialmente, a vila era um acampamento de operários. Após a inauguração da ferrovia, em 1867, foi transformada na Estação Alto da Serra, para cuidar da manutenção do sistema. Devido à sua localização, último ponto antes da descida da serra, a Vila de Paranapiacaba começou a ganhar importância.

No ano de 1987, o patrimônio arquitetônico e natural de Paranapiacaba foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (órgão estadual) e, em 2002, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).



Lula é condenado e políticos do ABC divergem sobre o assunto

Por Vitor Lima

O juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância, condenou na última quarta-feira (12) o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e seis meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A condenação é relativa ao processo que investigou a compra e a reforma de um apartamento triplex no Guarujá, no litoral de São Paulo. No entanto, Moro não decretou a prisão de Lula, que pode recorrer da sentença em liberdade. 

Na decisão, juiz afirma que as reformas executadas no apartamento pela empresa OAS provam que o imóvel era destinado ao ex-presidente. Segundo Moro, ficou provado nos autos que Lula e sua esposa eram os proprietários de fato do apartamento. 

“Nem é necessário, por outro lado, depoimento de testemunhas para se concluir que reformas, como as descritas, não são, em sua maioria, reformas gerais destinadas a incrementar o valor do imóvel, mas sim reformas dirigidas a atender um cliente específico e que, servindo aos desejos do cliente, só fazem sentido, quando este cliente é o proprietário do imóvel", diz o juiz.

Defesa de Lula afirma não haver provas e que sentença é fruto de perseguição política | Foto: Ricardo Stuckert

Em declaração à imprensa realizada na manhã ontem (13), Lula disse que a sentença tem componente político e que provará sua inocência. “A única prova que existe nesse processo é a da minha inocência”, afirma o ex-presidente. “Eu acho que o Moro tem que prestar contas à história, que vai dizer quem está certo e errado”, completa.

Para Lula, a condenação é uma tentativa de tirá-lo do cenário político. Ele disse que continua candidato à presidência do País nas eleições de 2018 e voltou a pedir a apresentação de provas: “Queria desafiar os meus inimigos e donos de meios de comunicação que fizessem um esforço incomensurável para apresentar uma única prova”.

Decisão não é consenso 

A sentença fez com que diversos políticos do ABC se manifestassem. Nas redes sociais, o prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), disse que a “decisão fortalece a minha crença na justiça e na independência dos poderes. Vivemos um momento histórico na democracia recente”. Ainda na publicação, o tucano afirma que a “impunidade, independente de partido ou ideologias, não pode vencer a esperança de dias melhores principalmente após o desastre ético, econômico e social que o PT trouxe ao Brasil”. 

De acordo com o deputado estadual Luiz Turco (PT), “a condenação já era esperada”. Contudo, Turco defende que não existem provas para condenar o ex-presidente e avalia que a condenação foi proferida com o objetivo de inviabilizar a candidatura de Lula nas eleições presidenciais do ano que vem. 

“O tempo mostrará que Lula é inocente e que a perseguição sistemática que sofre é o preço de ter sido aquele que governou para o povo pobre desse País. Estamos atentos e vigilantes ao desenrolar da operação Lava-Jato. E seguiremos confiantes que a Justiça cumprirá com seu papel e irá, por fim, inocentar o ex-presidente”, aposta.

Na visão do presidente da Câmara Municipal de Santo André, Almir Cicote (PSB), a condenação de Moro não foi equivocada. “Ele se baseou nas provas que foram reunidas ao longo do processo e deve proceder com o mesmo rigor com todos os investigados pela Lava Jato”, defende. O presidente afirma também que o “País precisa de uma restauração ética e política para recuperar a credibilidade” e que o combate à corrupção e à impunidade “devem ser uma constante”. 

Próximos capítulos

O processo envolvendo o ex-presidente irá agora para a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), responsável pelos processos da Operação Lava Jato, que julgará em segunda instância a matéria. Os desembargadores, sediados em Porto Alegre, têm levado em média um ano para julgar os casos da operação.


Se for condenado em segunda instância até 15 de agosto do ano que vem, quando se encerra o prazo para registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula não poderá concorrer a cargo eletivo. Isso porque a sentença de Moro prevê que Lula fique interditado para o exercício de cargo ou função pública por 19 anos.